o sol se pôs na escuridão
tudo para esquecer
os dias que serão
Na umbra absurda
a vela desvelada
reverbera surda
sua rubra espada
O terminal, local de encontro espontâneo em meio ao fluxo do desencontro cotidiano na confluência do trânsito caótico moderno. É neste local onde nasce o olhar inesperado da mente, onde os questionamentos surgem em meio a uma espera funesta. Aqui, no terminal da poesia, nos encontramos.